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Short Cuts |
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O conhecimento e a informação surgem, na actualidade, como poderosos factores de criação de vantagens competitivas para as empresas. Este dimensão imaterial da actividade empresarial provoca o reequacionar da questão clássica da economia – o mercado como mecanismo regulador da afectação de recursos energéticos e de materiais escassos – ao identificar o papel potenciador e subversor que o Sistema Científico e Tecnológico desempenha nas actividades económicas. Dada a centralidade dos recursos humanos nestes processos, é importante a sua análise enquanto processos sociais e cognitivos. Recusando uma visão reducionista estritamente técnica, propõe-se um diálogo multidisciplinar sobre a natureza, os modos e a eficácia da participação dos recursos humanos nestes processos.
[21-05-2002]
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Passámos da aplicação de energia para a aplicação de ideias. Passámos da economia da transformação e troca para a economia da criação e da partilha. Passámos das coisas para as pessoas Passámos a falar de estranhas variáveis…<br> Linguagem, Confiança, Expectativas, Qualidade, Tempo, Comportamento, Sentimentos, Emoções…
[13-04-2002]
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What is knowledge? Is it different from action?
Knowing and Acting
Doug Griffin
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Patricia Shaw
,
Ralph Stacey
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A globalização iniciou-se desde que começámos a comunicar. Ampliou-se com a escrita, com as estradas romanas, com a navegação e epopeias marítimas, com o caminho de ferro...
[07-02-2002]
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A mundialização dos mercados, a aceleração da mudança e a centralidade da dimensão imaterial da competição empresarial, traduzem-se em turbulência e incerteza crescentes. Existe um sentimento de que os modelos com base nos quais temos procurado explicar e agir sobre as organizações empresariais se têm mostrado inadequados. Por um lado, proliferam mais e mais modelos, cujos autores apresentam argumentos pungentes e nos urgem à sua adopção, assegurando o potencial salvador da “receita”. Por outro lado, esta situação motivou uma profunda reflexão no campo das teorias da organização e da gestão empresarial. É normalmente em contextos de instabilidade e de dúvida que se fazem sentir apelos do tipo back to basics. A reflexão presente inscreve-se neste último quadro. Questionam-se algumas premissas básicas das teorias dominantes e consequentes postulados práticos, que circulam na comunidade empresarial, no seio dos consultores e, naturalmente, nos meios académicos. Sugere-se que, do que hoje se designa por ciência da complexidade, surgem questões muito interessantes que introduzem uma visão radicalmente diferente dos problemas de gestão e organização empresarial. As noções de desequilíbrio dinâmico, da necessidade de conflito de perspectivas, de imprevisibilidade, surgem como meios estimulantes de actuação, em lugar de problemas a reduzir, a conciliar ou a ultrapassar. Rejeitando a mitologia do controlo do futuro, propõe a necessidade da descoberta sempre renovada. Recusando a miragem do “homo economicus”, sugerem a impossibilidade de programar ou prever o comportamento humano. Constata o sempre surpreendente e paradoxal produto dos enviesamentos cognitivos, emocionais e políticos, apesar dos quais temos realizado tanto obras magníficas quanto erros trágicos.
[07-02-2002]
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Intention Identity Action
[24-06-2002]
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